Site com resumos de farmacologia.
http://www.unirio.br/farmacologia/nova_pagina_1.htm
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Fármacos utilizados para tratar Demência
Tabela com fármacos utilizados para tratar Demência.
Publicado por: Dra. Shirley de Campos
http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/16184
Publicado por: Dra. Shirley de Campos
http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/16184
Apostilas
Site com apostilas sobre farmacologia de responsabilidade do:
http://www.easo.com.br/apostilasfarmacologia.htm
Prof. Edilberto Antonio Souza de Oliveira
Médico e Professor da UCSAL e da FAMAM
http://www.easo.com.br/apostilasfarmacologia.htm
Agonistas e antagonistas colinérgicos
Quadro resumo de Agonistas e antagonistas colinérgicos
De responsabilidade de: Publicado por: Dra. Shirley de Campos
http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/10682
De responsabilidade de: Publicado por: Dra. Shirley de Campos
http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/10682
Quimioterapia antineoplásica e nutrição: uma relação complexa1
Rev. Eletr. Enf. 2008;10(4):1026-34.
Available from: http://www.fen.ufg.br/revista/v10/n4/v10n4a14.htm.
__________________________________________________________________________ARTIGO ORIGINAL
A Revista Eletrônica de Enfermagem está licenciada sob uma Licença Creative Commons.
http://www.fen.ufg.br/revista/v10/n4/v10n4a14.htm
Available from: http://www.fen.ufg.br/revista/v10/n4/v10n4a14.htm.
__________________________________________________________________________ARTIGO ORIGINAL
A Revista Eletrônica de Enfermagem está licenciada sob uma Licença Creative Commons.
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Fiocruz-Farmanguinhos
Lista de medicamentos.
Você também pode conferir a lista com os medicamentos organizados de acordo com o seu princípio ativo (arquivo em pdf). Clique aqui para visualizá-la.
http://www.far.fiocruz.br/farmanguinhos/index.php?option=com_content&view=article&id=95:lista-de-produtos&catid=45:medicamentos&Itemid=116#
Você também pode conferir a lista com os medicamentos organizados de acordo com o seu princípio ativo (arquivo em pdf). Clique aqui para visualizá-la.
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sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Livros
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http://arquivosdesaude.blogspot.com
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http://www.freemedicalebooks.net/
http://biodownloads.blogspot.com/ - O arquivo dever permanecer 24hs no computador.
Infecções Virais
http://mmspf.msdonline.com.br/pacientes/manual_merck/secao_17/cap_186.html#section_2
O Manual Merck de Informação Médica – Saúde para a Família está organizado de forma a facilitar seu uso. Os tópicos de interesse podem ser localizados rapidamente, bastando consultar o o Sumário ou índice, porém só o entendimento da organização das seções e dos capítulos é que ajudará o leitor a navegar pelo livro e a encontrar o máximo de informações.
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Editor-Chefe
| Robert Berkow, M.D. |
| Diretor Executivo de Literatura Médica Merck & Co., Inc. e Professor Clínico de Medicina e Psiquiatria Allegheny University of the Health Sciences |
| Editor Associado Mark H. Beers, M.D. |
| Diretor Sênior de Geriatria Merck & Co., Inc. e Professor Clínico Associado de Medicina Allegheny University of the Health Sciences |
Antivirais
Tópicos sobre antivirais escrito Por Débora Carvalho Meldau
http://www.infoescola.com/farmacologia/antivirais/
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Data: 21/07/2011
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Blog Microbiologia Brasil
Blog de Microbiologia. Informações sobre antibióticos.
http://microbiologiabrasil.blogspot.com/2009/12/penicilinas.html
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Anti-sépticos, desinfetantes e esterilizantes
Autor: Patricia Ribeiro Lourenço
Instituição: UNIP
Tema: Farmacologia
Data de inclusão: 11/06/2007
http://amigonerd.net/trabalho/35935-anti-septicos-desinfetantes-e-esterilizantes
Instituição: UNIP
Tema: Farmacologia
Data de inclusão: 11/06/2007
http://amigonerd.net/trabalho/35935-anti-septicos-desinfetantes-e-esterilizantes
Farmacologia do Sistema Respiratório
Este estudo foi transcrito pela Ac. Flávia Regina de Oliveira a partir da aula de farmacologia ministrada pelo professor Prof. Dr. David Feder |
http://estudmed.com.sapo.pt/farmacologia/sistema_respiratorio_2.htm
Bulário Online
O Bulário tem por objetivo a informação e divulgação de temas médicos.
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Analgésico
Página pessoal de Laurentino Moreira (Farmacêutico).
Nesta página poderão encontrar alguns temas relacionados com a saúde.
http://farmaceutico.planetaclix.pt/analgesicos.html
Nesta página poderão encontrar alguns temas relacionados com a saúde.
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Analgésicos e Antipiréticos
Direitos autorais da MedicinaNet.
O site possui artigos, biblioteca livre entre outros aplicativos, para quem torna-se sócio.
O objetivo do site MedicinaNet e seus editores é divulgar este importante documento. Esta reprodução permanecerá aberta para não assinantes indefinidamente.
http://www.medicinanet.com.br/conteudos/biblioteca/2577/analgesicos_e_antipireticos.htmO site possui artigos, biblioteca livre entre outros aplicativos, para quem torna-se sócio.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Farmacologia dos Corticódes
Informações sobre Corticóides em Espanhol, jogue as frases no google tradutor, vale a pena.
http://www.elmedicointeractivo.com/farmacia/temas/tema11-12/farmaco.htm
De responsabilidade de: Autores: I. Gil Aldea, O. Arozarena Bengoechea, F. J. Rubio Tejero
Coordinadores: Dr. F. Zubiri y Dr. J. Honorato
Servicio de Farmacología Clínica. Clínica Universitaria. Pamplona. Médico de Familia. Centro de Salud de Alsasua. Navarra. Centro de Salud Iturrama. Pamplona.
http://www.elmedicointeractivo.com/farmacia/temas/tema11-12/farmaco.htm
De responsabilidade de: Autores: I. Gil Aldea, O. Arozarena Bengoechea, F. J. Rubio Tejero
Coordinadores: Dr. F. Zubiri y Dr. J. Honorato
Servicio de Farmacología Clínica. Clínica Universitaria. Pamplona. Médico de Familia. Centro de Salud de Alsasua. Navarra. Centro de Salud Iturrama. Pamplona.
Portal do Corticóide
Blog com informações sobre Corticóides
http://portaldocorticoide.blogspot.com/2011/01/corticoide-inalatorio-efeitos-no.html
http://portaldocorticoide.blogspot.com/2011/01/corticoide-inalatorio-efeitos-no.html
Corticosteróides
Aula postada no endereço eletrônico: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAbA8AG/corticosteroides
De responsabilidade de:
Corticosteróides
Corticosteróide ou corticóide é o nome dado a um grupo de hormonas esteróides produzidas pelas glândulas supra-renais, ou a derivados sintéticos destas.
Os corticosteróides possuem diversas ações importantes no corpo humano, possuindo um papel de relevo no balanço electrolítico (equilíbrio de íons e água), e na regulação do metabolismo. Situações em que a sua produção está alterada levam a patologias como a doença de Addison quando há diminuição de produção, ou a síndrome de Cushing quando esta está aumentada.
Classes de Corticosteróides:
A produção de corticosteróides é regulada pelo hipotálamo, em função de diversos estímulos. Estes incluem o ritmo circadiano, assim como estímulos dolorosos e situações de stress, que induzem a libertação de ACTH-RH (do inglês Adrenocorticotropic releasing hormone). Níveis elevados de corticosteróides têm um efeito inibitório, formando um circuito de feedback negativo responsável pelo controle deste mecanismo.
A ACTH-RH actua sobre a adenohipófise, estimulando a libertação de ACTH (também conhecida como corticotropina) para a circulação sistémica. O alvo fisiológico da ACTH é a glândula supra-renal, onde causa a libertação de corticosteróides.
Funções fisiológicas dos Corticosteróides:
O papel dos corticosteróides no organismo é variado, estando associado à actividade normal assim como à resposta a stress de diversas origens (infecções, lesão traumática, queimaduras, hemorragias, dor, situação de medo e luta, etc).
Possui diferentes vertentes como no metabolismo intermediário dos açúcares, gorduras e proteínas.
Os corticosteróides aumentam a quebra de proteínas para que sejam transformadas em glicose pelo fígado (gliconeogénese), levando por isso a um aumento da glicemia (quantidade de glicose no sangue).
Levam também a que a gordura acumulada no corpo entre na circulação sanguínea, para que possa ser utilizada pelos tecidos na produção de energia.
Em resumo, os corticosteróides aumentam a disponibilidade de "ingredientes" para a produção de energia.
Manutenção do tónus muscular dos vasos sanguíneos mantêm um certo grau de contração dos vasos, que impede uma dilatação exagerada destes. Se isso ocorresse, o sangue teria dificuldade em chegar aos órgãos, com colapso circulatório, parada cardíaca e morte.
Regulação do balanço hidroeléctrico, aqui os corticosteróides atuam no rim aumentando a reabsorção de sódio e consequentemente de água, por troca com potássio e prótons (H+). O resultado é um aumento do volume de fluido extracelular, ligeiro aumento da concentração plasmática de sódio, hipocaliémia e alcalose.
Os corticosteróides de modo geral, e em particular, os glicocorticóides, constituem-se em um grupo de drogas muito usadas em medicina clínica, nem sempre, porém, com indicações precisas.
Em virtude de seu amplo espectro de atividade e por serem os mais potentes antiinflamatórios existentes, encontram uso praticamente em todas as especialidades, No entanto, é justamente esse "amplo espectro" de atividade que os torna capazes de provocar efeitos colaterais, que não poupam praticamente nenhum tecido do organismo humano.
Transporte do Costicosteróide Cortisol:
Ao entrar na corrente sangüínea, o cortisol liga-se às proteínas plasmáticas, principalmente albúmina, formando complexos não covalentes, com força de ligação fraca. Além dessa ligação fraca com albúmina há proteínas que se ligam mais especificamente ao cortisol, como é o caso da CBG que tem uma ligação mais firme. A concentração de CBG, no entanto, é tão baixa em condições normais que, aos níveis de 15mg/100ml de cortisol, seus sítios de ligação já estão saturados. Lembramos que é só a fração livre, não ligada a proteínas, que irá exercer sua ação em nível tecidual.
Dose Fisiológica e dose Farmacológica dos Grupos de Corticosteróides:
Alguns autores conceituam dose farmacológica em função dos efeitos colaterais provocados; em função de fatos como este, o conceito é contestado já que tais efeitos podem surgir mesmo com doses pequenas, dependendo do tempo de uso e da idade da criança.
Efeitos Colaterais:
Inibição do crescimento: As doses que interferem no crescimento são variáveis de criança para criança e, dependendo do tempo de uso, pode haver prejuízos irreversíveis na altura final, bem como retardo de idade óssea;
Infecções virais: Os corticóides deprimem a imunidade celular facilitando a progressão de infecções virais. De particular importância é a varicela, que pode assumir formas muito graves, com alta mortalidade;
Infecções bacterianas: Nas doses habituais, os corticóides têm pouca interferência sobre a imunidade humoral, não trazendo problemas em relação à infecção bacteriana;
Úlcera péptica;
Eleitos no sistema nervoso central: Quadros convulsivos, simulando pseudotumor cerebral e alterações do humor podem ocorrer com altas doses por tempo prolongado.
Hipertensão: Principalmente em casos de comprometimento renal ou vasculite generalizada;
Osteoporose e fratura vertebral;
Miopatia;
Distúrbios hidreletrolíticos e acidobásicos.
Referências Bibliográficas
De responsabilidade de:
Corticosteróides
Corticosteróide ou corticóide é o nome dado a um grupo de hormonas esteróides produzidas pelas glândulas supra-renais, ou a derivados sintéticos destas.
Os corticosteróides possuem diversas ações importantes no corpo humano, possuindo um papel de relevo no balanço electrolítico (equilíbrio de íons e água), e na regulação do metabolismo. Situações em que a sua produção está alterada levam a patologias como a doença de Addison quando há diminuição de produção, ou a síndrome de Cushing quando esta está aumentada.
Classes de Corticosteróides:
- Glicocorticóides como o cortisol controlam o metabolismo dos carboidratos, gordura e proteínas e são anti-inflamatórios por prevenirem a liberação de fosfolipídio, diminuindo a ação dos eosinófilos e diversos outros mecanismos.
- Mineralocorticóides como a aldosterona controlam os níveis de eletrólitos e água, principalmente por promoverem a retenção de sódio no rim.
A produção de corticosteróides é regulada pelo hipotálamo, em função de diversos estímulos. Estes incluem o ritmo circadiano, assim como estímulos dolorosos e situações de stress, que induzem a libertação de ACTH-RH (do inglês Adrenocorticotropic releasing hormone). Níveis elevados de corticosteróides têm um efeito inibitório, formando um circuito de feedback negativo responsável pelo controle deste mecanismo.
A ACTH-RH actua sobre a adenohipófise, estimulando a libertação de ACTH (também conhecida como corticotropina) para a circulação sistémica. O alvo fisiológico da ACTH é a glândula supra-renal, onde causa a libertação de corticosteróides.
Funções fisiológicas dos Corticosteróides:
O papel dos corticosteróides no organismo é variado, estando associado à actividade normal assim como à resposta a stress de diversas origens (infecções, lesão traumática, queimaduras, hemorragias, dor, situação de medo e luta, etc).
Possui diferentes vertentes como no metabolismo intermediário dos açúcares, gorduras e proteínas.
Os corticosteróides aumentam a quebra de proteínas para que sejam transformadas em glicose pelo fígado (gliconeogénese), levando por isso a um aumento da glicemia (quantidade de glicose no sangue).
Levam também a que a gordura acumulada no corpo entre na circulação sanguínea, para que possa ser utilizada pelos tecidos na produção de energia.
Em resumo, os corticosteróides aumentam a disponibilidade de "ingredientes" para a produção de energia.
Manutenção do tónus muscular dos vasos sanguíneos mantêm um certo grau de contração dos vasos, que impede uma dilatação exagerada destes. Se isso ocorresse, o sangue teria dificuldade em chegar aos órgãos, com colapso circulatório, parada cardíaca e morte.
Regulação do balanço hidroeléctrico, aqui os corticosteróides atuam no rim aumentando a reabsorção de sódio e consequentemente de água, por troca com potássio e prótons (H+). O resultado é um aumento do volume de fluido extracelular, ligeiro aumento da concentração plasmática de sódio, hipocaliémia e alcalose.
Os corticosteróides de modo geral, e em particular, os glicocorticóides, constituem-se em um grupo de drogas muito usadas em medicina clínica, nem sempre, porém, com indicações precisas.
Em virtude de seu amplo espectro de atividade e por serem os mais potentes antiinflamatórios existentes, encontram uso praticamente em todas as especialidades, No entanto, é justamente esse "amplo espectro" de atividade que os torna capazes de provocar efeitos colaterais, que não poupam praticamente nenhum tecido do organismo humano.
Transporte do Costicosteróide Cortisol:
Ao entrar na corrente sangüínea, o cortisol liga-se às proteínas plasmáticas, principalmente albúmina, formando complexos não covalentes, com força de ligação fraca. Além dessa ligação fraca com albúmina há proteínas que se ligam mais especificamente ao cortisol, como é o caso da CBG que tem uma ligação mais firme. A concentração de CBG, no entanto, é tão baixa em condições normais que, aos níveis de 15mg/100ml de cortisol, seus sítios de ligação já estão saturados. Lembramos que é só a fração livre, não ligada a proteínas, que irá exercer sua ação em nível tecidual.
Dose Fisiológica e dose Farmacológica dos Grupos de Corticosteróides:
Alguns autores conceituam dose farmacológica em função dos efeitos colaterais provocados; em função de fatos como este, o conceito é contestado já que tais efeitos podem surgir mesmo com doses pequenas, dependendo do tempo de uso e da idade da criança.
Efeitos Colaterais:
Inibição do crescimento: As doses que interferem no crescimento são variáveis de criança para criança e, dependendo do tempo de uso, pode haver prejuízos irreversíveis na altura final, bem como retardo de idade óssea;
Infecções virais: Os corticóides deprimem a imunidade celular facilitando a progressão de infecções virais. De particular importância é a varicela, que pode assumir formas muito graves, com alta mortalidade;
Infecções bacterianas: Nas doses habituais, os corticóides têm pouca interferência sobre a imunidade humoral, não trazendo problemas em relação à infecção bacteriana;
Úlcera péptica;
Eleitos no sistema nervoso central: Quadros convulsivos, simulando pseudotumor cerebral e alterações do humor podem ocorrer com altas doses por tempo prolongado.
Hipertensão: Principalmente em casos de comprometimento renal ou vasculite generalizada;
Osteoporose e fratura vertebral;
Miopatia;
Distúrbios hidreletrolíticos e acidobásicos.
Referências Bibliográficas
- Revisões e ensaios.DURVAL DAMIANI, NUVARTE SETIAN & VAÊ DICHTCHEKENIAN. Corticosteróides – Conceitos Básicos e Aplicações clÍnicas.
- RBTI - Revista Brasileira Terapia Intensiva. Volume 18 - Número 1 - Janeiro/Março 2006.
ANALGÉSICOS
Aula postada no endereço: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAYeQAH/analgesicos
De responsabilidade de:
ANALGÉSICOS
Os Analgésicos aliviam a dor sem amortecer os sentidos. Podem agir perifericamente, no local da dor, ou no sistema nervoso central, modificando o processamento dos sinais que o cérebro recebe através dos nervos. Existem dois tipos de analgésicos: os narcóticos e os não-narcóticos.
Cloridrato de Metadona ( Metadon)
Cloridarto de Tramadol (Timasen, Tramal, Tramadon, Dorless)
SULFATO DE MORFINA
(Analgésico Narcótico)
(Analgésico Narcótico)
(Analgésico Narcótico)
Paracetamol (Tylenol, Dôrico, Saridon, Sedilax)
DIPIRONA SÓDICA
(Analgésico e Antitérmico)
(Analgésico Não Narcótico)
(Analgésico e Antitérmico)
Os medicamentos com propriedades analgésicas são bastante eficazes no alívio da dor e do desconforto de diversas causas, como a enxaqueca, resfriados e gripe, outras dores de cabeça, dores nas costas, cólicas menstruais, dores musculares e dores associadas ao câncer. No entanto, exceto nos casos de dor crônica (dores que duram mais de três semanas e que ocorrem diariamente) e associada ao câncer, de preferência os analgésicos devem ser usados pelo mínimo período de tempo necessário e, de preferência, apenas com orientação médica.
ANSIOLÍTICOS
(Tranqüilizantes)
São medicamentos que têm a propriedade de atuar sobre a ansiedade e tensão. Estas drogas foram chamadas de tranqüilizantes, por acalmarem a pessoa estressada, tensa e ansiosa. Atualmente, prefere-se designar esses tipos de medicamentos pelo nome de ansiolíticos, ou seja, que "destroem" a ansiedade. Também são utilizadas no tratamento de insônia e nesse caso também recebem o nome de drogas hipnóticas, isto é, que induzem sono. Os ansiolíticos mais comuns são substâncias chamadas benzodiazepínicos, que aparecem em medicamentos como Valium® , Librium® , Lexotam® , Dormonid® etc.
São usados via oral quando apresentados na forma de comprimidos ou cápsulas, ou ainda, são usados por via endovenosa quando apresentados na forma de ampolas. As formas injetáveis só podem ser utilizadas em hospitais.
As pessoas que utilizam esses medicamentos sem necessidade médica, fazem esse uso para se sentirem mais calmas, menos tensas, mais relaxadas e algumas vezes para dormirem. Utilizam esses medicamentos inadequadamente em qualquer situação que acreditem que se sentirão nervosas ou estressadas.
Nas doses terapêuticas, os ansiolíticos produzem um estado relaxado, de calma ou dependendo da dose e da droga podem induzir a sono. Dessa forma, quem utiliza esses medicamentos tem uma atenção prejudicada e não podem desenvolver atividades perigosas onde a atenção é muito necessária como, por exemplo, dirigir ou operar uma máquina perigosa.
Os ansiolíticos benzodiazepínicos quando utilizados por alguns meses podem levar às pessoas a um estado de dependência. Como conseqüência, sem a droga o dependente passa a sentir muita irritabilidade, insônia excessiva, sudoração, dor pelo corpo todo podendo, nos casos extremos, apresentar convulsões.
Os ansiolíticos benzodiazepínicos podem causar tolerância, ou seja, a pessoa com o passar do tempo tem que aumentar a dose para sentir o mesmo efeito que sentia anteriormente.
ALPRAZOLAM
(Agente Ansiolítico)
(Ansiolítico)
(Ansiolítico)
São utilizados no controle da convulsão, trata-se de um medicamento psicótico, controlado e pode causar dependência.
CLONAZEPAM
(Anticonvulsionante)
(Anticonvulsivante)
(Anticonvulsivante)
De responsabilidade de:
ANALGÉSICOS
Os Analgésicos aliviam a dor sem amortecer os sentidos. Podem agir perifericamente, no local da dor, ou no sistema nervoso central, modificando o processamento dos sinais que o cérebro recebe através dos nervos. Existem dois tipos de analgésicos: os narcóticos e os não-narcóticos.
- Analgésicos narcóticos: também conhecidos como Opióides. São substâncias com grande potencia para diminuir a dor. Agem a nível de SNC e alteram a percepção do individuo. O uso excessivo de narcóticos pode causar dependência, isto é, o paciente se torna tão dependente da medicação que a sua suspensão causa síndrome de abstinência.
Cloridrato de Metadona ( Metadon)
Cloridarto de Tramadol (Timasen, Tramal, Tramadon, Dorless)
SULFATO DE MORFINA
(Analgésico Narcótico)
- Nome Comercial: Dimorf
- Apresentação: comprimidos de 10mg e 30mg. Cápsulas de 30mg, 60mg, 100mg. Ampolas de 1ml com 0,2mg, 2ml com 2mg, 1ml com 10mg, 10ml com 5mg e 10mg, 2ml com 1mg. Solução oral de mg/ml.
- Ação Farmacológica: Analgésico entorpecente.
- Mecanismo de Ação: Exerce efeito primário no SNC e musculatura lisa. A morfina, como outros opióides, age como um antagonista que se liga a sítios receptores estéreoespecíficos e saturáveis no cérebro, medula espinhal e outros tecidos.
- Indicação: Dor intensa; sedação pré-operatória e adjuvante da anestesia; dor associada ao enfarte do miocárdio; tratamento adjuvante do edema pulmonar agudo.
- Contra-indicações: amorfina é contra indicada nas seguintes situações: Hipertensão craniana, meningite e tumor cerebral; Gravidez; Insuficiência renal; Insuficiência hepática; Hipotiroidismo; Hipersensibilidade às drogas; Pressão arterial baixa; Doença de Addison (ou outra desordem da glândula adrenérgica); Problemas na tiróide; Problemas respiratórios, asma, ou DPOC; Reações alérgicas a medicamentos narcóticos, como a codeína, metadona, vincodin.
- Reações Adversas:
- SNC: tontura, sedação, euforia, delírio, insônia, agitação, ansiedade, medo, alucinação, desorientação, sonolência, letargia, coma, mudança no humor, fraqueza, cefaléia, tremor, convulsão, diminuição do reflexo da tosse.
- VISÃO: distúrbio visual, miose.
- SCV: rubor facial, colapso na circulação periférica, taquicardia, braquicardia, arritmia, palpitação, hipertensão, hipotensão postural, hipotensão, síncope.
- SGI: náusea, vômito, boca seca, anorexia, constipação, espasmo no trato biliar.
- SGU: espasmo uretral e do esfíncter vesical, retenção urinaria, oliguria, efeito antidiurético, diminui a libido ou potência.
- PELE: prurido, urticária, laringoespasmo, broncoespasmo, edema.
- OUTROS: depressão respiratória, apnéia, depressão circulatória, parada respiratória e cardíaca, choque, irritação no local da injeção, sudorese, dependência física e psicológica.
(Analgésico Narcótico)
- Nome Comercial: Timasen, Tramal.
- Apresentações: Comprimidos de 50mg e 100mg. Ampolas de 50mg e 100mg; frascos conta-gotas de 10ml a 50 mg/ml. Supositórios.
- Ação Farmacológica: Inibe as recaptações de serotonina e norepinefrina no SNC.
- Mecanismo de Ação: Analgésico de ação central, inibe a norepinefrina e serotonina, causa muitos efeitos como opióide, tais como tontura, sonolência, náusea, constipação e leve depressão respiratória. Não causa liberação de histamina.
- Indicação: Dor moderada a grave.
- Contra-indicações: contra-indicado para paciente hipersensível à droga, gestação, intoxicação aguda pelo álcool, hipnótico, analgésicos e psicofármacos. Pacientes em tratamento com inibidores da monoaminoxidase, antidepressivo tricíclico, antidepressivo inibidor de recaptação da serotonina, neurolépticos. Use cuidadosamente em paciente com disfunção hepática e renal.
- Reações Adversas:
- SNC: confusão, sedação, tontura, sudorese, ansiedade, cefaléia, altera o humor (euforia/disforia), convulsão.
- SGI: náusea, vômito, constipação, flatulência, boca seca.
- SCV: taquicardia, braquicardia, hipotensão, palpitação, sensação de colapso cardiovascular.
- PELE: rash, urticária, prurido.
- OUTROS: reação anafilactóide, raramente causa dependência.
(Analgésico Narcótico)
- Nome Comercial: Metadon, Mytedon (genérico)
- Apresentações: Comprimidos de 5mg e 10 mg. Ampolas de 1ml com 10mg.
- Mecanismo de Ação: Analgésico potente. Produz Analgesia, euforia e sedação.
- Indicação: analgésico narcótico sintético, sendo considerado um opióide forte, indicado para alívio da dor aguda e crônica e, para tratamento de desintoxicação de adictos em narcóticos (heroína ou outras drogas similares à morfina).
- Contra- Indicações: contra-indicado para paciente hipersensível à droga, diarréia causada por envenenamento, asma brônquica, DPOC, depressão respiratória, anóxia, alcoolismo, aumento da pressão intracraniana, gestação. Use cuidadosamente em paciente com disfunção hepática e renal, abdome agudo, doença cardiovascular, taquicardia supraventricular, mixedema, convulsão, delirium tremens, arteriosclerose cerebral, colite ulcerativa, febre, hipertrofia prostática, cirurgia GI ou GU recente, psicose tóxica, trabalho de parto.
- Reações Adversas:
- SNC: tontura, sedação, euforia, delírio, insônia, agitação, ansiedade, medo, alucinação, desorientação, sonolência, letargia, coma, mudança no humor, cefaléia, tremor, convulsão, distúrbio visual, diminuição do reflexo da tosse.
- SCV: rubor facial, taquicardia, braquicardia, arritmia, palpitação, hipertensão, hipotensão, hipotensão postural, síncope.
- SGI: náusea, vômito, boca seca, anorexia, constipação, colite ulcerativa.
- SGU: espasmo uretral e do esfíncter vesical, retenção urinaria, oligúria, efeito antidiurético, reduz a libido ou potência.
- PELE: prurido, urticária, laringoespasmo, edema.
- OUTROS: depressão respiratória, apnéia, depressão circulatória, parada respiratória e cardíaca, choque, sudorese, dependência física e psicológica.
- Analgésicos não narcóticos: são substâncias utilizadas para diminuir a dor, que agem a nível periférico.
Paracetamol (Tylenol, Dôrico, Saridon, Sedilax)
DIPIRONA SÓDICA
(Analgésico e Antitérmico)
- Nome Comercial: Novalgina
- Apresentação: comprimidos de 320mg e 500mg. Frascos com 10ml, 15ml ou 20ml (500mg/ml) de solução oral (gotas). Frascos com 100ml (50mg/ml) de solução oral + medida graduada (2,5ml, 5ml, 7,5ml e 10ml). Supositórios com 300mg (infantil) e 1g (adulto). Ampolas de 1ml, 2ml ou 5ml (500mg/ml) de solução injetável.
- Ação Farmacológica: derivado da pirazolona com propriedades analgésicas e antipiréticas e Antiflamatórias.
- Mecanismo de Ação: Atua no centro termo regulador hipotalâmico nos pacientes com hipertermia provocando redução da temperatura corporal. A queda da temperatura decorre de maior perda de calor, possivelmente por aumentar a irradiação de calor através da pele. O efeito analgésico pode ser decorrente da capacidade que a dipirona tem de bloquear a síntese e a liberação de prostaglandinas, substâncias envolvidas diretamente na fisiopatologia do processo doloroso. Além, desse efeito periférico, a dipirona pode atuar diretamente no tálamo, diminuindo a passagem de impulsos dolorosos (potenciais de ação), e, através dessa estrutura, reduzir a chegada de impulsos dolorosos ao nível do córtex sensitivo.
- Indicação: Analgésico e antipirético.
- Contra-indicações: Contra indicado para pacientes hipersensíveis à droga. Não deve ser administrada a pacientes com intolerância conhecida aos derivados de pirazolônicos ou com determinadas doenças metabólicas, tais como porfiria hepática e deficiência congênita de glicose-6 fosfato de sidrogenase.
- Reações Adversas:
- SVC: choque e discrasias sangüíneas, tais como agranulocitose, leucopenia e trombocitopenia.
- OUTROS: reações de hipersensibilidade que afetam a pele (urticaria), a conjuntiva e a mucosa nasofaringea, reações cutâneas bolhosas, às vezes com risco de vida, síndrome de Stevens-Johnson, Sindrome de Lyell.
(Analgésico Não Narcótico)
- Nome Comercial: AAS, Aspirina.
- Apresentação: Comprimidos de 100mg e 500mg.
- Ação Farmacológica: Analgésico, Antitrombótico, Antiagregante plaquetário, Antitérmico.
- Mecanismo de Ação: Esta substância tem a propriedade de baixar a febre (antitérmico), aliviar a dor (analgésico) e reduzir a inflamação (antiinflamatório). Por isso, é utilizado para alívio dos sintomas de várias doenças como gripes, resfriados e outros tipos de infecções.
- Indicação: Dor ligeira a moderada; febre. Profilaxia secundária de acidentes cardio e cerebrovasculares isquêmicos.
- Contra-indicações: contra-indicado para paciente com úlcera GI, sangramento GI, hipersensibilidade à aspirina, criança e adolescente com varicela. Use cuidadosamente em paciente com disfunção renal, hipoprotrombinemia, deficiência de vitamina K, asmático. Deve ser evitado durante a gravidez. Pode aumentar o risco de hemorragia na mãe e no feto. Pode causar defeito congênito no coração e outras malformações.
- Reações Adversas:
- AUDIÇÃO: zumbido, perda da audição.
- SGI: náusea, vômito, desconforto GI, sangramento oculto.
- S. HEMATOLÓGICO: tempo de sangramento prolongado.
- PELE: rash, hematoma.
- FÍGADO: disfunção hepática.
- OUTROS: Síndrome de Reye.
(Analgésico e Antitérmico)
- Nome Comercial: Tylenol
- Apresentação: Comprimidos de 500mg e 750mg. Frascos com solução de 200mg/ml.
- Ação Farmacológica: Analgésico e Antipirético.
- Mecanismo de Ação: Promove analgesia pela elevação do limiar da dor e antipirese através de ação no centro hipotalâmico que regula a temperatura.
- Indicação: Como analgésico- antipirético. O paracetamolestá indicado para aliviar dores leves ou moderadas e para reduzir a febre. Só proporciona alívio sintomático; quando for necessário, deve-se administrar uma terapia adicional para tratar a causa da dor ou da febre.
- Contra-indicações: Pacientes alérgicos ao ácido acetilsalicílico (aspirina) devem ter cuidado ao usar o paracetamol.
- Reações Adversas:
- SNC: cefaléia.
- SGI: hepatotoxicidade e disfunção hepática, icterícia.
- SGU: insuficiência renal aguda, necrose renal tubular.
- S. HEMATOLOGICO: cianose, anemia hemolítica, hematúria, anúria, neutropenia, leucopenia, pancitopenia, trombocitopenia, hipoglicemia.
- PELE: rash.
- OUTROS: febre.
Os medicamentos com propriedades analgésicas são bastante eficazes no alívio da dor e do desconforto de diversas causas, como a enxaqueca, resfriados e gripe, outras dores de cabeça, dores nas costas, cólicas menstruais, dores musculares e dores associadas ao câncer. No entanto, exceto nos casos de dor crônica (dores que duram mais de três semanas e que ocorrem diariamente) e associada ao câncer, de preferência os analgésicos devem ser usados pelo mínimo período de tempo necessário e, de preferência, apenas com orientação médica.
ANSIOLÍTICOS
(Tranqüilizantes)
São medicamentos que têm a propriedade de atuar sobre a ansiedade e tensão. Estas drogas foram chamadas de tranqüilizantes, por acalmarem a pessoa estressada, tensa e ansiosa. Atualmente, prefere-se designar esses tipos de medicamentos pelo nome de ansiolíticos, ou seja, que "destroem" a ansiedade. Também são utilizadas no tratamento de insônia e nesse caso também recebem o nome de drogas hipnóticas, isto é, que induzem sono. Os ansiolíticos mais comuns são substâncias chamadas benzodiazepínicos, que aparecem em medicamentos como Valium® , Librium® , Lexotam® , Dormonid® etc.
São usados via oral quando apresentados na forma de comprimidos ou cápsulas, ou ainda, são usados por via endovenosa quando apresentados na forma de ampolas. As formas injetáveis só podem ser utilizadas em hospitais.
As pessoas que utilizam esses medicamentos sem necessidade médica, fazem esse uso para se sentirem mais calmas, menos tensas, mais relaxadas e algumas vezes para dormirem. Utilizam esses medicamentos inadequadamente em qualquer situação que acreditem que se sentirão nervosas ou estressadas.
Nas doses terapêuticas, os ansiolíticos produzem um estado relaxado, de calma ou dependendo da dose e da droga podem induzir a sono. Dessa forma, quem utiliza esses medicamentos tem uma atenção prejudicada e não podem desenvolver atividades perigosas onde a atenção é muito necessária como, por exemplo, dirigir ou operar uma máquina perigosa.
Os ansiolíticos benzodiazepínicos quando utilizados por alguns meses podem levar às pessoas a um estado de dependência. Como conseqüência, sem a droga o dependente passa a sentir muita irritabilidade, insônia excessiva, sudoração, dor pelo corpo todo podendo, nos casos extremos, apresentar convulsões.
Os ansiolíticos benzodiazepínicos podem causar tolerância, ou seja, a pessoa com o passar do tempo tem que aumentar a dose para sentir o mesmo efeito que sentia anteriormente.
ALPRAZOLAM
(Agente Ansiolítico)
- Nome Comercial: Frontal, Tranquinal
- Apresentação: Comprimidos de 0,25 mg, 0,5 mg e 1mg
- Ação Farmacológica: Clinicamente, todos os benzodiazepínicos causam um efeito depressor, relacionado com a dose, que varia de um comprometimento leve de desempenho de tarefas à hipnose.
- Mecanismo de Ação: O mecanismo de ação não é exatamente conhecido. Uma benzodiazepina que potencializa o efeito do ácido gama-aminobutírico, inibe o neurotransmissor e deprime o SNC (local de ação límbico e subcortical), diminuindo a ansiedade.
- Indicação: ansiedade e tensão.
- Contra-indicações: Contra indicado para paciente com glaucoma de ângulo fechado, psicose. Use cuidadosamente em paciente com disfunção hepática e renal, idoso e paciente debilitado.
- Reações adversas:
- SNC: Sonolência, cefaléia, confusão, hostilidade, amnésia, inquietação, psicose, tendência suicida.
- SCV: hipotensão, taquicardia.
- VISÃO: distúrbio visual.
- SGI: boca seca, náusea, vômito, constipação, desconforto abdominal.
- SGU: incontinência, retenção urinária, ciclo menstrual irregular.
(Ansiolítico)
- Nome Comercial: Diazepam, Valium
- Apresentação: comprimidos de 5 mg e 10 mg. Frascos / ampolas de 10 mg.
- Ação Farmacológica: Adjuvantes Anestésicos; Anestésicos Intravenosos; Ansiolíticos; Anticonvulsivos; Antieméticos; Moduladores Gabaérgicos; Hipnóticos E Sedativos; Relaxantes Musculares Centrais.
- Mecanismo de Ação: Ação ansiolítica, miorrelaxante muscular e anticonvulsionante. Atua no SNC, provavelmente facilitando a ação inibidora do neurotransmissor ácido gama-aminobutírico (GABA).
- Indicação: ansiedade, agitação, sedação, espasmo muscular, crise convulsiva.
- Contra-indicações: Contra indicado para paciente hipersensível à droga, psicose, glaucoma de ângulo estreito, coma, intoxicação por álcool, miastenia gravis, gestação e lactação. Use cuidadosamente em paciente com disfunção hepática e renal, idoso, debilitado.
- Reações adversas:
- SNC: Sonolência, sedação, depressão, letargia, apatia, fadiga, desorientação, inquietação, confusão, choro, delírio, cefaléia, dificuldade de falar, estupor,rigidez, tremor, distonia, euforia, nervosismo, dificuldade de concentração, retardo psicomotor, sintonia extrapiramidal, distúrbio visual e auditivo, diplopia, nistagmo, congestão nasal.
- SCV: Colapso cardiovascular, hipotensão transitória, bradicardia, taquicardia, hipertensão e hipotensão, palpitação, edema.
- VISÃO: diplopia, visão turva, nistagmo.
- SGI: náusea, vômito, desconforto abdominal, diarréia, constipação, dificuldade de engolir.
- FÍGADO: elevação das enzimas LDH, TGO, TGP, fosfatase alcalina, disfunção hepática.
- SGU: retenção urinária, incontinência urinária.
- S. HEMATOLÓGICO: diminuição de hematócrito, discrasia sangüínea.
- S. RESPIRATÓRIO: depressão respiratória.
- PELE: urticária, prurido, rash, dermatite.
- OUTROS: no local da infusão I.V., flebite e tromboflebite. No local da injeção I.M., dor, queimação e vermelhidão. Soluço, febre, diaforese, parestesia, distúrbio muscular, ginecomastia.
(Ansiolítico)
- Nome Comercial: Lexotan
- Apresentação: Comprimidos de 3,0 mg e 6,0 mg.
- Ação Farmacológica: Reduz seletivamente a tensão e a ansiedade; em doses elevadas, tem efeito sedativo e relaxante muscular.
- Mecanismo de Ação: Deprime o SNC, atua como relaxante muscular alivia o espasmo muscular.
- Indicação: Distúrbios emocionais, tensão nervosa, ansiedade, agitação, insônia. Humor depressivo. Distúrbios cardiovasculares, respiratórios e gastrointestinais associados à tensão nervosa como: precordialgia atípica, taquicardia, hipertensão psicogênica, dispnéia, hiperventilação, colite ulcerativa, epigastralgia, espasmos, distensão abdominal e diarréia. Outros distúrbios psicossomáticos: cefaléia e dermatoses psicogênicas.
- Contra-indicações: Pacientes com hipersensibilidade aos benzodiazepínicos ou qualquer componente do produto. Lactação, glaucoma de ângulo fechado, primeiro trimestre da gravidez.
- Reações adversas:
- SNC: Sonolência, dependência psíquica, inquietude, ansiedade, insônia.
- OUTROS: cansaço, relaxamento muscular, dependência física.
São utilizados no controle da convulsão, trata-se de um medicamento psicótico, controlado e pode causar dependência.
CLONAZEPAM
(Anticonvulsionante)
- Nome Comercial: Rivotril
- Apresentação: Comprimidos de 0,5mg e 2mg. Gotas de 2,5mg/ml.
- Ação Farmacológica: Anticonvulsivante e Ansiolítico
- Mecanismo de Ação: Benzodiazepina que atua inibindo os neurotransmissores.
- Indicação: Forma clinica da epilepsia do lactente e da criança, especialmente ausência típica e atípica (síndrome de Lennox Gastaut), crises atônicas, síndrome de West, crises tônico-clônicas.
- Contra-indicações: Contra indicado para paciente hipersensível à droga, psicose, glaucoma, coma, intoxicação por álcool com depressão dos sinais vitais, gestação e lactação. Use cuidadosamente em paciente com disfunção hepática e renal, debilitado, doença respiratória.
- Reações adversas:
- SNC: tontura, ataxia, distúrbio de comportamento (especialmente em crianças), distúrbio na fala, tremor, confusão, psicose, agitação, sedação, letargia, apatia, fadiga, hostilidade, inquietação, delírio, cefaléia, euforia, nervosismo, dificuldade de concentração, retardo psicomotor, sintomas extrapiramidal.
- SCV: braquicardia, taquicardia, hipertensão e hipotensão, palpitação, edema.
- VISÃO AUDIÇÃO E VAS: diplopia, nistagmo, distúrbio visual e auditivo, perda da audição, congestão nasal.
- SGI: constipação, diarréia, boca seca, sialorréia, náusea, anorexia, vômito, dificuldade de deglutir, gastrite.
- SGU: disúria, noctúria, retenção urinária, incontinência, mudança na libido, ciclo menstrual irregular.
- FÍGADO: disfunção hepática, elevação de TGO e TGP, LDH, fosfatase alcalina.
- S. HEMATOLOGICO: leucopenia, trombocitopenia, eosinofilia, discrasia sanguínea.
- S. RESPIRATÓRIO: depressão respiratória.
- PELE: rash, urticária, prurido, dermatite.
- OUTROS: soluço, febre, diaforese, parestesia, ginecomastia. Sintomas de abstinência quando a droga é suspensa subitamente.
(Anticonvulsivante)
- Nome Comercial: Carmazin, Tegretol.
- Apresentação: Comprimidos de 200mg e 400mg.Frascos com 100 ml de suspensão oral a 2% + seringa dosadora. Comprimidos divisíveis de liberação controlada de 200mg ou 400mg.
- Ação Farmacológica: Estabiliza a membrana neuronal e limita a atividade epiléptica.
- Mecanismo de Ação: não é totalmente conhecido.
- Indicação: Na epilepsia: crises parciais e crises tônico-clônicas secundariamente generalizadas. Como estabilizador do humor nas psicoses maníaco-depressivas. Nevralgia do trigêmeo.
- Contra-indicações: contra-indicado em paciente hipersensível à droga, supressão da medula óssea. Use cuidadosamente em pacientes com disfunção hepática e renal, cardíaca, aumento de pressão intra-ocular, glaucoma.
- Reações Adversas:
- SNC: tontura, sonolência, fadiga, ataxia, descoordenação, confusão, cefaléia, alucinação, depressão com agitação, mudança de comportamento em criança, distúrbio da fala, movimento involuntário, parestesia, neurite periférica, visão turva, diplopia transitória, nistagmo, conjuntivite.
- SCV: ICC, hipotensão, hipertensão, agravamento de insuficiência coronariana, síncope, tromboflebite, arritmias, bloqueio AV.
- FÍGADO: hepatite fulminante, necrose hepática.
- SGI: náusea, vômito, dor abdominal, constipação, anorexia, boca e faringes secas, estomatite, glossite.
- SGU: retenção urinária, oligúria com hipertensão, insuficiência renal, azotemia, impotência, proteinúria, glicosúria, deposito microscópico na urina.
- S. HEMATOLOGICO: anemia aplástica, agranulocitose, trombocitopenia, eosinofilia, leucocitose.
- S. RESPIRATORIO: hipersensibilidade pulmonar caracterizada por febre, dispnéia, pneumonite, pneumonia.
- PELE: rash, urticária, eritema multiforme, Síndrome de Stevens-Johnson, fotossensibilidade, alteração da pigmentação, alopecia, púrpura, agravamento do lúpus eritematoso.
- OUTROS: sudorese, febre, calafrio.
(Anticonvulsivante)
- Nome Comercial: Neurotin.
- Apresentação: Cápsulas de 300mg e 400mg.
- Ação Farmacológica:
- Mecanismo de Ação: o mecanismo de ação é desconhecido, atividade antiepiléptica.
- Indicação: Tratamento da epilepsia.
- Contra-indicações: contra-indicado em paciente hipersensível à droga, lactação. Use cuidadosamente em paciente com disfunção renal.
- Reações Adversas:
- SNC: tontura, insônia, nervosismo, fadiga, sonolência, ataxia, displopia.
- SGI:dispepsia, vômito, náusea, constipação.
- S. RESPIRATÓRIO: renite, faringite.
- OUTROS: ganho de peso, edema facial, câncer, impotência.
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